16 de junho de 2009

Enquanto ainda dá tempo:

Da BandNews TV: "Anvisa estuda restringir a venda de antibióticos, que só poderão ser comprados com receita médica".
Amanhã mesmo passo na farmácia e começo meu estoque de diclofenaco.
Meu alter-ego é médico, não é auto-medicação.

13 de junho de 2009

Limpeza que se põe à mesa:

Só eu estranho a existência de tantos sabonetes com fragrâncias de sobremesas? Surpresa de Morango, Pêssego com Yogurt e Delícia de Macadâmia, na minha época, eram nomes de sobremesas de restaurantes que queriam ser chiques, mas não conseguiam. Hoje, o que a gente mais encontra nesses restaurantes é o Bolo da Vovó. Safada essa velha que vende o bolo para tantos restaurantes diferentes e, muitas vezes, concorrentes.

Lembro de ter lido, em um depoimento de uma menina que venceu a anorexia, que ela chegou ao ponto de procurar por uma tabela nutricional com quantidade de calorias na embalagem do sabonete. Se as coisas continuarem assim, não duvido que tenha mais gente fazendo o mesmo. E, se depender da Lux e Francis, pode ser até que lamber sabão deixe de ser xingamento e vire hábito. Medo do que meus netos vão encontrar.

27 de maio de 2009

Interdisciplinaridade

O meu medo de comerçar a usar o Twitter é não mais conseguir escrever nada com mais do que 140 toques.

24 de maio de 2009

Retratação

Era brinks.
Sem mais.

19 de maio de 2009

Jade reloaded

Excentricidade é o que não falta no cenário musical internacional. Prova disso é a existência de bizarrices como a islandesa Björk e o caso Camelo Magalhães. Mas excentricidade, com exceção óbvia da Mallu Magalhães, não é sinônimo de falta de qualidade. Uma prova é a egípcia Fatah Fatouche.

Filha de embaixadores espanhóis, a performer, que faz um pocket-show nesse sábado no Bar B, canta em árabe, espanhol e francês. Entre as prováveis faixas, estão "Chocolat" e "Voy en Taxi". Sim. É o que você está pensando. Fatouche regravou músicas cantadas pela dona da pinta mais famosa da televisão, Angélica, na época em que ela ainda não apresentava o Vídeo-Show e não se levava a sério (bons tempos).

Mais uma novidade que chega ao Brasil nessa onda árabe que parece nunca mais acabar desde que a Glória Perez colocou a Jade nos nossos corações.